
3.12.06
Atividades dos proas

Um novo olhar sobre a infância e a juventude

" Problemas complexos podem ser resolvidos com soluções simples...
...e erradas!"
"O exemplo não é a melhor maneira de ensinar...
...é a única!"
São dois pensamentos do Dr. Sérgio de Paula Ramos que ficaram na minha memória. Mas também ficou claro que, quando se trata de medidas de amparo a infância e juventude, é melhor fazer e errar do que a sensação de não ter feito nada.
28.11.06
Minha filha adolescente
21.11.06
Aprendendo mais sobre blog
16.11.06
Evidências textuais
"Quando há relacionamento de afeto e um professor atencioso, qualquer caso pode ser revertido em pouco tempo."Tânia Zagury, psicóloga e pesquisadora em Educação.Esta é uma das autoras que tenho lido muito e que evidenciam uma das certezas da minha questão do PA, Como o adolescente vê a escola?
7.11.06
Auto-avaliação Proa-3
1.11.06
AVALIAÇÃO DO PA-PROA 10

Como o adolescente vê a Escola?
Esta é a questão que procurei responder no Projeto Modernidade,que agora estou elaborando um documento conclusivo e também realizando uma avaliação das aprendizagens possiveis através de estudos e pesquisas no decorrer do Projeto.Muitas de minhas certezas se confirmaram, muitas dúvidas ainda permanecem,mas,aprendi muito sobre o comportamento dos adolescentes, sobre a importância na Escola nesta fase tão significativa e principalmente sobre o papel do educador frente a seus alunos adolescentes na sala de aula.Através do projeto Modernidade e com elaboração e evolução dos Mapas conceituais,foi possível estabelecer relações,redes de conhecimentos que valorizam o uso de recursos tecnológicos, como a televisão e a internet e também a importância da moda para os adolescentes.
25.10.06
Uma semana sem o computador!
19.10.06
Aprendizagens
Aristóteles (384 a.C. - 322 a.C.)"As raízes da educação são amargas, mas o fruto é doce."
O que Aristóteles quis dizer com essa famosa frase? Que o trabalho de ensinar e o ato de aprender não são fáceis, mas que o resultado de ambos vale a pena. Você concorda?
Muito tempo se passou mas não podemos discordar deste pensador, o fruto da educação é e sempre será docê. Neste curso a cada atividade que realizamos pecebemos cada vez mais,a importância das intervenções de nosso professores na melhoria de nossas aprendizagens,seus comentários e sua atenção a nossas mensagens tornam nosso dia-a-dia mais feliz. Mesmo a distância é muito bom sabermos que temos um grupo de professores empenhados e preocupados com a nossa caminhada de estudantes.Feliz Dia do Professores.
13.10.06
Tecnologias na Educação Especial-PROA 7
10.10.06
Formas de pesquisar
3.10.06
Modernidade
29.9.06
MAPAS

Elaborei uma terceira versão de mapa "MODERNIDADE".
26.9.06
Pesquisas e leituras

Para atender as atividades de todas as disciplinas de nosso curso só com muita pesquisa e muita leitura. Estou lendo " A Máquina das Crianças" de Seymour Papert, Repensando a Escola na Era da Informática e transcrevo aqui o pensamento de Robert B.Davis, sobre este livro: "Num momento em que furiosos esforços estão sendo empreendidos para melhorar a Escola sem, é evidente, mudá-la - cabe especialmente a nós tentar entender a aprendizagem de todos os modos que funcionam melhor.Esta é a agenda de Papert, e ninguém poderia segui-la melhor." Somos todos aprendizes de nossas próprias aprendizagens.
19.9.06
Construtivismo- Piaget
A obra de Jean Piaget é considerada por muitos autores como de uma abordagem Cognitivista. É assim que a professora Mizukami (1986) a classifica. Aqui, no entanto, vamos considerar o trabalho de Piaget como dentro do Construtivismo, para diferenciá-lo do trabalho cognitivista de David Ausubel. Há muitos autores construtivistas de grande valor para um fundamento didático. Exemplo deles são Constance Kamii, Vygotsky, Wallon, Emilia Ferreiro e Lauro de Oliveira Lima. Segundo Piaget (1976 a), a evolução do conhecimento científico teve três fases bem claras:
Antes do Helenismo, a humanidade viveu séculos sem se preocupar muito com as explicações do ?porquê? dos fenômenos. A essa fase da História Piaget denominou de empírica, pois o homem mais praticava do que explicava. Com os Gregos, a civilização iniciou sua fase gnóstica, em que o homem tentou explicar racionalmente os fenômenos. Aí que teve início nosso conhecimento científico ocidental. Mais recentemente, na concepção de Piaget, a ciência não pergunta mais somente ?por que acontece este ou aquele fenômeno?. Ela quer saber é ?para que serve esta explicação científica?. Temos, então, a fase da aplicação na indústria de nossos dias. Assim teria sido a evolução da inteligência da humanidade. Torna-se iimportante salientar que o homem levou séculos para ultrapassar o simples empirismo. Para chegar a teorizar, a civilização teve de fazer, manusear e intuir durante milhares de anos. Este foi o percurso natural da espécie humana. Toda a obra piagetiana demonstra que este também é o percurso natural de desenvolvimento da interligência de cada ser humano. Há uma fase em que a criança tem uma inteligência prática ? ela é mais adiantada em ação do que em palavras; há outra em que ela faz afirmações a respeito do mundo sem se preocupar em demonstrar ou justificar; e há outra fase em que a pessoa realiza uma auto-submissão a uma disciplina qualquer, aplicando a si própria um plano de vida (PIAGET, 1976 b). O que se pergunta, então, é: por que a escola não dá tempo para o aluno manusear algo, antes de ele compreender a explicação científica? Piaget jamais criou um método de ensino. No entanto, qualquer que seja o interesse de aplicarmos esses fundamentos, deveríamos chegar a um ensino que tivesse as seguintes características (cf. RONCA e ESCOBAR, 1980):
procedimento indutivo;
possibilidade de erros;
participação do aluno."
O texto acima foi pesquisado com intenções de aprofundar meus conhecimentos sobre o construtivismo de Piaget
18.9.06
Teorias

Iniciando meus estudos e pesquisas sobre Teorias descobri Papert:
O sul-africano Seymour Papert é um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação. Em plena década de 1960, ele já dizia que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Na época, suas teorias pareciam ficção científica. Entre 1967 e 1968, desenvolveu uma linguagem de programação totalmente voltada para a educação, o Logo. Mas a comunidade pedagógica só passou a incorporar as idéias de Papert a partir de 1980, quando ele lançou o livro Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas ? no qual mostrava caminhos para utilização das máquinas no ensino. As escolas começaram a usar computadores. Ok. Mas isso não representou uma mudança na forma de educar. O computador servia apenas como suplemento para o papel tradicional de professores e alunos. Agora, Papert enxerga uma mudança drástica para breve e não serão as escolas que vão impulsionar as transformações... mas as crianças. Papert é matemático, Ph.D, diretor do grupo de Epistemologia e Aprendizado do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e um dos fundadores do MIT Media Lab, onde continua pesquisando. Ele também trabalha em um programa de educação de jovens infratores em Maine, onde mora.
9.9.06
Ambiente eproinfo
5.9.06
PA E PP

PROA 6- Mais uma disciplina interessante deste curso.Depois de tanto aprendermos sobre projeto de aprendizagem, começamos a estudar projeto de pesquisa.Estive lendo o texto:Diferenças e similaridades entre Projetos de Pesquisa e de Aprendizagem.Como exemplo relato uma situação envolvendo "morangos":Na minha cidade é também época de colheita de moranguinhos.Meus três filhos adoram morangos. Comprar bandeijinhas no mercado não dá nem para aperitivar, então compramos de balde, direto da feira do produtor.Mas, a avó das crianças, minha sogra, também planta morangos na horta.Minha filhinha menor quer saber como crescem os morangos,pois os morangos da feira são bem maiores que os da horta da avó. Já avó gostaria de saber como os prudutores da feira fazem para colher morangos grandes e tê-los também em sua horta.Entendo que a questão de minha filha é um exemplo de projeto de aprendizagem, enquanto para que minha sogra obtenha êxito na sua plantação de morangos é necessário um projeto de pesquisa, com embasamento teórico, pesquisa, análise de dados, coleta, experimentos práticos. Existem fatores comuns e não comuns entre PAs e PPs e são estes fatores que determinam a correta utilização de cada um.
29.8.06
Navegar,navegar,navegar...
Tenho a impressão que não fiz nada.
Mas li, aprendi, fiz algumas tentativas frustradas no wiki da proa 6.Quando acesso minha página, pede senha, mas que senha? Talvez esta senha tenha sido enviada para o meu email e eu apaguei junto com as mensagens do inventário proa 11 que continuam a chegar.Mandei webmail para os professores, pois, já é terça-feira, último prazo para atividade 1 desta disciplina.
Na proa 1, não está aberto o tópico no fórum com a síntese de PA,para a turma 3, conforme orientação da prof. Rosália. Enviei webmail para ela também.
Proa 3, atividade 4, tenho dúvidas,mas hoje a noite vou tentar concluí-la.
Proa 4,estive lendo o fórum sobre os mecanismos da aprendizagem.Como é complexa esta questão, agora estou vendo como é díficil aprender.
Proa 11, quanto ao trabalho em wiki, acredito que estou aprendendo um pouquinho a cada dia, a cada atividade. Estou aprendendo fazendo, como acontece com os exercícios matemáticos,vou continuar com minhas pesquisas sobre como o adolescente vê a Escola e escrevendo na minha página do wiki modernidade e as dúvidas que forem aparecendo... vou resolvê-las e aprender com elas.



