13.10.06
Tecnologias na Educação Especial-PROA 7
10.10.06
Formas de pesquisar
3.10.06
Modernidade
29.9.06
MAPAS

Elaborei uma terceira versão de mapa "MODERNIDADE".
26.9.06
Pesquisas e leituras

Para atender as atividades de todas as disciplinas de nosso curso só com muita pesquisa e muita leitura. Estou lendo " A Máquina das Crianças" de Seymour Papert, Repensando a Escola na Era da Informática e transcrevo aqui o pensamento de Robert B.Davis, sobre este livro: "Num momento em que furiosos esforços estão sendo empreendidos para melhorar a Escola sem, é evidente, mudá-la - cabe especialmente a nós tentar entender a aprendizagem de todos os modos que funcionam melhor.Esta é a agenda de Papert, e ninguém poderia segui-la melhor." Somos todos aprendizes de nossas próprias aprendizagens.
19.9.06
Construtivismo- Piaget
A obra de Jean Piaget é considerada por muitos autores como de uma abordagem Cognitivista. É assim que a professora Mizukami (1986) a classifica. Aqui, no entanto, vamos considerar o trabalho de Piaget como dentro do Construtivismo, para diferenciá-lo do trabalho cognitivista de David Ausubel. Há muitos autores construtivistas de grande valor para um fundamento didático. Exemplo deles são Constance Kamii, Vygotsky, Wallon, Emilia Ferreiro e Lauro de Oliveira Lima. Segundo Piaget (1976 a), a evolução do conhecimento científico teve três fases bem claras:
Antes do Helenismo, a humanidade viveu séculos sem se preocupar muito com as explicações do ?porquê? dos fenômenos. A essa fase da História Piaget denominou de empírica, pois o homem mais praticava do que explicava. Com os Gregos, a civilização iniciou sua fase gnóstica, em que o homem tentou explicar racionalmente os fenômenos. Aí que teve início nosso conhecimento científico ocidental. Mais recentemente, na concepção de Piaget, a ciência não pergunta mais somente ?por que acontece este ou aquele fenômeno?. Ela quer saber é ?para que serve esta explicação científica?. Temos, então, a fase da aplicação na indústria de nossos dias. Assim teria sido a evolução da inteligência da humanidade. Torna-se iimportante salientar que o homem levou séculos para ultrapassar o simples empirismo. Para chegar a teorizar, a civilização teve de fazer, manusear e intuir durante milhares de anos. Este foi o percurso natural da espécie humana. Toda a obra piagetiana demonstra que este também é o percurso natural de desenvolvimento da interligência de cada ser humano. Há uma fase em que a criança tem uma inteligência prática ? ela é mais adiantada em ação do que em palavras; há outra em que ela faz afirmações a respeito do mundo sem se preocupar em demonstrar ou justificar; e há outra fase em que a pessoa realiza uma auto-submissão a uma disciplina qualquer, aplicando a si própria um plano de vida (PIAGET, 1976 b). O que se pergunta, então, é: por que a escola não dá tempo para o aluno manusear algo, antes de ele compreender a explicação científica? Piaget jamais criou um método de ensino. No entanto, qualquer que seja o interesse de aplicarmos esses fundamentos, deveríamos chegar a um ensino que tivesse as seguintes características (cf. RONCA e ESCOBAR, 1980):
procedimento indutivo;
possibilidade de erros;
participação do aluno."
O texto acima foi pesquisado com intenções de aprofundar meus conhecimentos sobre o construtivismo de Piaget
18.9.06
Teorias

Iniciando meus estudos e pesquisas sobre Teorias descobri Papert:
O sul-africano Seymour Papert é um dos maiores visionários do uso da tecnologia na educação. Em plena década de 1960, ele já dizia que toda criança deveria ter um computador em sala de aula. Na época, suas teorias pareciam ficção científica. Entre 1967 e 1968, desenvolveu uma linguagem de programação totalmente voltada para a educação, o Logo. Mas a comunidade pedagógica só passou a incorporar as idéias de Papert a partir de 1980, quando ele lançou o livro Mindstorms: Children, Computers and Powerful Ideas ? no qual mostrava caminhos para utilização das máquinas no ensino. As escolas começaram a usar computadores. Ok. Mas isso não representou uma mudança na forma de educar. O computador servia apenas como suplemento para o papel tradicional de professores e alunos. Agora, Papert enxerga uma mudança drástica para breve e não serão as escolas que vão impulsionar as transformações... mas as crianças. Papert é matemático, Ph.D, diretor do grupo de Epistemologia e Aprendizado do Massachusetts Institute of Technology (MIT) e um dos fundadores do MIT Media Lab, onde continua pesquisando. Ele também trabalha em um programa de educação de jovens infratores em Maine, onde mora.
9.9.06
Ambiente eproinfo
5.9.06
PA E PP

PROA 6- Mais uma disciplina interessante deste curso.Depois de tanto aprendermos sobre projeto de aprendizagem, começamos a estudar projeto de pesquisa.Estive lendo o texto:Diferenças e similaridades entre Projetos de Pesquisa e de Aprendizagem.Como exemplo relato uma situação envolvendo "morangos":Na minha cidade é também época de colheita de moranguinhos.Meus três filhos adoram morangos. Comprar bandeijinhas no mercado não dá nem para aperitivar, então compramos de balde, direto da feira do produtor.Mas, a avó das crianças, minha sogra, também planta morangos na horta.Minha filhinha menor quer saber como crescem os morangos,pois os morangos da feira são bem maiores que os da horta da avó. Já avó gostaria de saber como os prudutores da feira fazem para colher morangos grandes e tê-los também em sua horta.Entendo que a questão de minha filha é um exemplo de projeto de aprendizagem, enquanto para que minha sogra obtenha êxito na sua plantação de morangos é necessário um projeto de pesquisa, com embasamento teórico, pesquisa, análise de dados, coleta, experimentos práticos. Existem fatores comuns e não comuns entre PAs e PPs e são estes fatores que determinam a correta utilização de cada um.
29.8.06
Navegar,navegar,navegar...
Tenho a impressão que não fiz nada.
Mas li, aprendi, fiz algumas tentativas frustradas no wiki da proa 6.Quando acesso minha página, pede senha, mas que senha? Talvez esta senha tenha sido enviada para o meu email e eu apaguei junto com as mensagens do inventário proa 11 que continuam a chegar.Mandei webmail para os professores, pois, já é terça-feira, último prazo para atividade 1 desta disciplina.
Na proa 1, não está aberto o tópico no fórum com a síntese de PA,para a turma 3, conforme orientação da prof. Rosália. Enviei webmail para ela também.
Proa 3, atividade 4, tenho dúvidas,mas hoje a noite vou tentar concluí-la.
Proa 4,estive lendo o fórum sobre os mecanismos da aprendizagem.Como é complexa esta questão, agora estou vendo como é díficil aprender.
Proa 11, quanto ao trabalho em wiki, acredito que estou aprendendo um pouquinho a cada dia, a cada atividade. Estou aprendendo fazendo, como acontece com os exercícios matemáticos,vou continuar com minhas pesquisas sobre como o adolescente vê a Escola e escrevendo na minha página do wiki modernidade e as dúvidas que forem aparecendo... vou resolvê-las e aprender com elas.
25.8.06
Conteúdos: Para quê? Por quê?
24.8.06
Leituras
22.8.06
Atividades do curso
15.8.06
Um dia com 30 horas

Ser professora, ser vice-diretora, ser estudante de uma pós em EAD, ser mãe, ser esposa,ser filha, ser nora,ser tia,ser irmã.Enfim são tantas atribuições. O que faço primeiro? Tenho que fazer de tudo um pouco. Adoro ensinar. Ser professora é gratificante.
10.8.06
proa 11
9.8.06
Estudando o wiki
3.8.06
Incluindo palavras novas no mapa conceitual
2.8.06
Postando pouco,estudando muito
26.7.06
o lado pedagógico do blog
Estive lendo uma reportagem no jornal ZH de domingo,dia 23/07/06, no caderno de informática, que fala sobre uma pesquisa que diz que o principal tema dos sites são a vida e as experiências dos usuários. A reportagem trás alguns dados interessantes sobre o uso dos blogs. O fato que me chama atenção é que nenhum desses dados refere-se ao uso educativo do blog.Penso que o envolvimento de 300 pessoas no País, sendo 120 em nosso Estado, na Pós em EAD e utilizando o blog como ferramenta para registro de estudos sistemáticos, fará com que o uso blog na educação venha a apresentar destaque numa próxima pesquisa.
Ainda, sobre o lado pedagógico do blog, a Revista Pátio, número 38, trás uma reportagem fantástica onde encontrei,talvez, uma resposta aos meus anseios de ?escrever em público?: ?... Encontrar com idéias e pensamentos de outras pessoas de realidades diversas leva-nos a uma educação fundamentada em princípios de democracia. O que é essencial para derrubar barreiras como o preconceito e o medo de se expor. O ponto de vista de todos que participam do blog, contribui para a reflexão e a construção do conhecimento. Sempre retornamos à discussão do tema a partir de comentários feitos e vimos que pela interação é possível sair dos muros da escola, da cidade e até mesmo do estado, contextualizando a aprendizagem através da comunicação com o mundo. Os blogs tem grande poder de comunicação, pois oferecem espaços de diálogo nos quais os alunos são escritores, leitores, pensadores. Enfim, os blogs ajudam a construir redes sociais e redes de saberes.? A autoria do texto acima é de Fatima Meneses da Silva Castro. fatima2459@terra.com.br
Palavras de educadoras
"Por que não me avisaram que a escrita é igual sorvete, que precisa ser experimentada e misturada, na busca de um sabor mais gostoso e original?" Joelma de Souza Vieira.
Estas palavras de educadoras iluminam minhas reflexões quanto as experiências que tenho vivenciado em meu dia-a-dia, desde que iniciei a Pos em EAD.
O pensamento que me serve de guia quando participo de encontro presenciais "A palavra é prata, o silêncio é ouro." precisa ser urgentemente invertido, pois, com certeza em EAD, O SILENCIO É PRATA E A PALAVRA É OURO.Vou aprender a transformar prata em ouro.

